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Resumo da semana de 09 a 13/07/2018*

CÂMBIO

Na segunda semana de 09 a 13/07, consecutiva sem intervenção do Banco Central no mercado de câmbio, o dólar resiste a testar patamares mais baixos e vem oscilando na casa dos R$ 3,80 a R$ 3,90. Na sexta-feira, 13/07, na ausência de notícias domésticas capazes de influenciar as cotações da moeda norte-americana aqui, a divisa seguiu basicamente o cenário externo, em dia marcado pelo aumento do apetite por risco de países emergentes. Com isso, o Real teve o melhor desempenho ante o dólar na sexta-feira, 13/07, entre as principais moedas do mundo. O dólar à vista fechou em R$ 3,84, perto da mínima, em baixa de 0,88%. Na semana, a queda acumulada foi de 0,43% e no mês até agora recua 0,72%.

JUROS

O mercado de juros, que pela manhã da sexta-feira, 13/07, já operava com pouco fôlego, reduziu ainda mais o ritmo no período da tarde, mas as taxas continuaram oscilando em queda, alinhadas ao desempenho do câmbio. Com isso, devolveram boa parte do movimento de alta visto ontem. Num dia de agenda e noticiário sem força para guiar os negócios, a liquidez fraca é que foi o destaque. O driver mais óbvio para conduzir os preços acabou sendo a trajetória do câmbio. O dólar caiu ante algumas moedas, mas no Brasil o recuo foi mais pronunciado pela entrada de fluxo.

BOLSA

O Índice Bovespa deu continuidade na sexta-feira, 13/08, ao sinal positivo da véspera e fechou em alta de 0,97%, alcançando 76.594,35 pontos. Em um pregão de noticiário doméstico escasso, a influência das bolsas internacionais voltou a prevalecer, com a contribuição da alta dos preços do petróleo e da queda do dólar ante o Real. Nas mesas de operações, profissionais voltaram a citar um restabelecimento de fluxo externo no mercado brasileiro. Mesmo tímido, esse fluxo foi fundamental para o ganho de 2,11% do Ibovespa no acumulado da semana de 09 a 13/07, a terceira consecutiva de ganhos.

*Fonte: Agência Estado