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Resumo da semana de  23 a 27/03/2020*

CÂMBIO

Na última sexta-feira, 27/03, o dólar teve um dia de realização de ganhos, após cair por três pregões seguidos, acumulando baixa de 2,6%. Na parte da tarde, o ritmo de valorização da moeda americana chegou a se reduzir, após o Banco Central fazer dois leilões não programados de dólar à vista e injetar US$ 1 bilhão no mercado cambial. Perto do fechamento, voltou a ganhar força e o dólar à vista fechou em alta de 2,11%, cotado em R$ 5,1025. Na semana, a moeda dos Estados Unidos acumulou valorização de 1,5% e no mês sobe 13%. No ano, a alta é de 26%.

JUROS

A curva de juros continuou a perder inclinação na sexta-feira, 27/03, em que as taxas curtas terminaram a sessão regular de lado e as demais, em baixa moderada, em reação positiva às medidas anunciadas hoje pelo governo brasileiro para amortecer o choque econômico trazido pelo coronavírus. Na semana em que bancos centrais e demais autoridades reforçaram ações para combater a pandemia, houve grande alívio de prêmios na curva, especialmente na ponta longa, com o vencimento para janeiro de 2027 por exemplo fechando em torno de 150 pontos-base em relação à sexta-feira da semana passada.

BOLSA

Mais uma vez correlacionado ao exterior, o Ibovespa fez uma pausa na sequência de três ganhos e fechou na sexta-feira (27) em baixa de 5,51%, a 73.428,78 pontos, acumulando valorização de 9,48% na semana, o maior desde o início de março de 2016, mas ainda cedendo 29,51% no mês e 36,51% no ano. Como em Nova York e na Europa, os investidores se inclinaram à realização de lucros antes do fim de semana, em meio à progressão do coronavírus nos EUA, que superou a China em número de casos confirmados da Covid-19. A notícia de que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, foi infectado também não passou despercebida, contribuindo para a cautela na sessão..

*Fonte: Agência Estado