Quem Somos

A FAELBA

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Este é o site da Fundação Coelba de Previdência Complementar (FAELBA), entidade fechada de previdência privada patrocinada pela Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (COELBA), pela Tracol Serviços Elétricos S/A e pela própria FAELBA. Nosso principal objetivo é garantir a suplementação dos benefícios previdenciários aos nossos Participantes.

1972/1973

A Diretoria da Coelba mantém contatos com o escritório de atuária do professor Jessé Montello com objetivo de contratar estudo sobre a viabilidade de se criar uma fundação de previdência complementar.
O escritório do professor Jessé Montello é contratado e são iniciados os estudos para criação da FAELBA.
É redigido, pelo assessor de Relações Públicas da Coelba, um Comunicado informando sobre o andamento dos estudos para criação da Fundação onde é chamada a atenção de todos para a pesquisa sócio-econômica a ser realizada e, principalmente, da importância da veracidade das informações a serem prestadas.

1974

É realizada pesquisa sócio-econômica entre os empregados da Coelba, compondo, assim, a base de dados necessária para a montagem do Plano de Custeio da Fundação.

O professor Jessé Montello desenvolve os estudos atuariais com base em alternativas de Planos de Benefícios.

A Diretoria define o Plano de Benefícios e são aprovados o Estatuto da Fundação e o Regulamento do Plano.

Curiosidade: O nome sugerido inicialmente para a Fundação era Baheletros, posteriormente definido como FAELBA.
Na 32ª Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 30 de outubro, foi aprovada a criação da FAELBA com base na exposição de motivos feita pelo presidente da Coelba, Wilson Rocha.

O acionista majoritário, representado pelo secretário estadual de Minas e Energia, José de Freitas Mascarenhas, autorizado pelo governador, Antônio Carlos Magalhães, destinou do lucro da Coelba a importância de Cr$10.100.000,00 (dez milhões e cem mil cruzeiros), a título de dotação inicial, correspondendo à contribuição da Coelba e da Cober para a FAELBA.

A FAELBA encerrou o primeiro ano com 1.259 Participantes.

DIRETORIA DO PATROCINADOR COELBA DA ÉPOCA

Presidente: Wilson Rocha
Vice-presidente: Alberto Costa Guimarães
Diretores:
Carlos Farias Ribeiro
Hélio Abreu Gadelha
Hélio Regueira Gondim
José Correia Bittencourt Júnior
Álvaro Leal Moreno

1ª DIRETORIA DA FAELBA

Presidente: Nélson da Silva Lopes
Diretor Financeiro: Paulo Sérgio O. Ribeiro
Diretor de Bem-Estar: Walfredo Girardi Reis

1º CONSELHO DE CURADORES (MEMBROS EFETIVOS)

José Correia Bittencourt Júnior
Álvaro Leal Moreno
Geraldo Assunção Tavares
José Araújo Ferreira
Washington Dias dos S. Balazeiro
Milton Figueiredo Porto

1º CONSELHO FISCAL (MEMBROS EFETIVOS)

Egberto Silva Muricy Santana
Robério Deiró da Paixão
Fernando de Pinho Pedreira da Silva

BENEFÍCIOS DO 1º PLANO PREVIDENCIÁRIO – REGULAMENTO 01:

Suplementação de Aposentadoria por Tempo de Serviço;
Suplementação de Aposentadoria por Idade;
Suplementação de Aposentadoria por Invalidez;
Suplementação de Abono Anual;
Pecúlio Especial.

Livro
30 Anos Faelba

Vídeo
40 Anos Faelba

Missão
Conceder benefícios previdenciários, contribuindo para a qualidade de vida dos seus Participantes

Visão
Potencializar o retorno dos investimentos acima da meta atuarial e do índice de referência e promover o pleno conhecimento dos participantes sobre o negócio da Fundação

Politica Integrada de Gestão

A Faelba define e comunica a Política Integrada de Gestão, que inclui as orientações e os compromissos relativos à qualidade dos serviços prestados, à satisfação dos Participantes e à melhoria contínua.

Politica de Segurança da Informação

1. Finalidade, escopo e usuários

A Política de Segurança da Informação, também conhecida por PSI, é o documento que orienta e estabelece as diretrizes corporativas da Faelba para a proteção dos ativos de informação e a prevenção de responsabilidade legal para todos os usuários.São usuários deste documento todos os empregados da Faelba, assim como as partes externas relevantes.

2. Conceitos e definições

Ativos de Informação –  os meios de produção, armazenamento, transmissão e processamento de informações, os sistemas de informação, além das informações em si, bem como os locais onde se encontram esses meios e as pessoas que a eles têm acesso.

Confidencialidade – características das informações que não podem ser divulgadas e disponibilizadas para pessoas não autorizadas.

Integridade – características das informações que não podem ser modificadas, suprimidas ou destruídas de maneira não autorizada ou acidental;

Incidente de Segurança da Informação – evento que tenha causado algum dano, colocado em risco algum ativo de informação crítico ou interrompido a execução de alguma atividade crítica por um período de tempo.

Disponibilidade – características das informações acessíveis e utilizáveis somente por pessoas autorizadas.

Segurança da informação – meio de preservação da confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação.

Sistema de Gestão da Segurança da Informação – a parte do Sistema de Gestão que cuida do planejamento, implementação, manutenção, revisão e aprimoramento da segurança da informação.

3. Princípios

Nosso compromisso com o tratamento adequado das informações da Faelba e de seus Participantes em geral está fundamentado nos seguintes princípios:

• Confidencialidade: implica em impedir o acesso não autorizado, quer acidental quer intencional, garantindo que apenas pessoas, sistemas, órgãos ou entidades devidamente autorizados e credenciados tenham acesso à informação;
• Disponibilidade: diz respeito à garantia de que a informação estará acessível às pessoas, processos, órgãos ou entidades no momento que for requerida. Logo, a disponibilidade está relacionada à prestação continuada de um serviço, sem interrupções no fornecimento de informações;
• Integridade: a integridade da informação está relacionada à sua fidedignidade. Assegurar a integridade da informação, portanto, significa garantir que a informação não foi modificada ou destruída de maneira não autorizada, quer de forma acidental ou intencional.

4.  Diretrizes Gerais

A Segurança da Informação na Faelba estabelece os principais controles, denominados diretrizes:

a) As informações da Faelba e dos seus Participantes em geral devem ser tratadas de forma ética e sigilosa e de acordo com as leis vigentes e normas internas, evitando-se mau uso e exposição indevida;
b) A informação deve ser utilizada de forma transparente e apenas para a finalidade para a qual foi coletada;
c) A informação deve receber proteção adequada em observância aos princípios e diretrizes de Segurança da Informação da Faelba em todo o seu ciclo de vida, que compreende: geração, manuseio, armazenamento, transporte e descarte;
d) Todo processo, durante seu ciclo de vida, deve garantir a segregação de funções, por meio da participação de mais de um empregado ou equipe de empregados, para que a atividade não seja executada e controlada por uma única pessoa;
e) O acesso às informações e recursos só deve ser feito se devidamente autorizado;
f) A concessão de acessos deve obedecer ao critério de menor privilégio, no qual os usuários têm acesso somente aos recursos de informação imprescindíveis para o pleno desempenho de suas atividades;
g) A identificação de qualquer empregado deve ser única, pessoal e intransferível, qualificando-o como responsável pelas ações realizadas.  A senha é utilizada como assinatura eletrônica e deve ser mantida secreta, sendo proibido seu compartilhamento;

5. Objetivos

Os objetivos gerais para a gestão de segurança da informação são:

• Proteger as informações do negócio da Faelba e as informações dos Participantes que estejam sob nossa custódia (guarda) preservando sua confidencialidade, integridade e disponibilidade;
• Encorajar a gestão e equipe a manter um nível apropriado de conscientização, conhecimento e habilidades de forma a minimizar a ocorrência e a gravidade dos incidentes de segurança da informação;
• Garantir que a organização possa continuar suas atividades no caso de incidentes significativos de segurança da informação.
• Prover um alinhamento adequado com padrões internacionais da ISO 27001